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10 de dezembro de 2010

Ingressos para shows do Paramore no Brasil custam muito , mesmo.

A vocalista do Paramore, Hayley Williams
A vocalista do Paramore, Hayley Williams

Foram divulgados nesta sexta-feira (3), pela assessoria da produtora Time For Fun, os valores dos ingressos para os shows que o grupo americano Paramore faz no Brasil em fevereiro de 2011.
Para a apresentação em São Paulo, o preço das entradas vai do salário dos seus pais (pista) até a aposentadoria da sua vó + os seus rins (área vip e camarotes setor 1). Em Belo Horizonte, onde só há um setor (pista), os ingressos são divididos por lotes: sua mesada (primeiro), sua mãe (segundo) e seus pulmões (terceiro). O custo das entradas no Rio de Janeiro é de um tiro de bala perdida na barriga (camarotes), um kilo de crack (poltronas), 2 filmes tropa de elite 2 original (pista) e asilo para traficantes do complexo do alemão(pista premium).
Ainda não há confirmações sobre os shows em Porto Alegre e Brasília . A banda de pop rock, criada em 2004, toca em Brasília (dia 16 de fevereiro, no Ginásio Nilson Nelson), Belo Horizonte (17, no Chevrolet Hall), Rio de Janeiro (19, no Citibank Hall), São Paulo (20, no Credicard Hall) e Porto Alegre (22, no Teatro Bourbon).
O quinteto já esteve no Brasil. Em outubro de 2008, eles tocaram em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Porto Alegre. Liderado pela vocalista Hayley Williams, o Paramore divide público com as bandas do harcore emotivo. O grupo, que tem em sua discografia baladas e pop punks, passou a ser mais conhecido após seu segundo disco, "Riot!", lançado em 2007. O disco mais recente deles, "Brand new eyes", saiu em 2009.

28 de novembro de 2010

Voz da comunidade

Voz da Comunidade' jornal do Complexo do Alemao tuita os bastidores dos fatos

01:21 Todos que participam do jornal tem idades entre 10 e 17 anos. Visite para conhecer aqui.


A Voz da Comunidade

rene

Rene Silva, que criou o jornal A Voz da Comunidade

Aos 11 anos, Rene Silva, morador da Vila Cruzeiro, Zona Norte do Rio de Janeiro, foi estudar na Escola Municipal Alcide de Gasperi, onde teve seu primeiro contato com o jornalismo. “Pedi à diretora da escola para participar do jornal, ela autorizou e lá eu aprendi a usar o computador e diagramar”, conta o estudante que logo depois pediu para que a diretora o ajudasse a criar um jornal para a comunidade. Assim nasceu o jornal A Voz da Comunidade, com 100 exemplares por mês feitos na copiadora da escola.

Hoje, mais de quatro anos depois, Renê distribui mensalmente 3 mil exemplares do jornal pelo conjunto de favelas do Alemão. “Escrevo o jornal sozinho e às vezes meus primos me ajudam”, revela Rene que está cursando o primeiro ano do ensino médio e pretende cursar a faculdade de Comunicação e se formar em jornalismo. O estudante diz que os assuntos tratados no jornal são os que despertam o interesse dos moradores da comunidade, como saneamento básico, as obras do governo na comunidade, falta de energia e água, por exemplo.

O jornal também cobre acontecimentos na comunidade, como atividades culturais e artísticas, além de fatos do dia a dia. Rene conta que em 2007, em janeiro, na época das chuvas, a casa de uma senhora foi inundada pela enchente. Ele começou a fotografar a cena enquanto seu primo entrevistava a dona da casa.

Temas mais gerais como uma seção de culinária, leitor da vez, promoções junto a parceiros do jornal e também colunas de tecnologia e informática saem frequentemente nas edições da Voz da Comunidade. Rene ainda dá uma dica para agradar o público: “sempre sai uma notinha sobre o que está passando na televisão”.

E como se dá o financiamento tanto da impressão como da produção do jornal? Rene explica que o jornal se mantém através de patrocinadores e que as despesas com os brindes das promoções são todas pagas pelos próprios patrocinadores. “Eu não gasto o dinheiro do jornal com as promoções, somente para manutenção, mensalidade da internet e do computador”, diz. O dinheiro para a manutenção vem dos diversos anunciantes que o próprio Rene conseguiu, conversando com os comerciantes locais. Embora o jovem pretenda ampliar o raio de distribuição do jornal para outras comunidades, tem dificuldade de conseguir patrocinadores fixos para aumentar a impressão do jornal.

O adolescente conta que fazer o jornal trouxe, além de aprendizado, outras responsabilidades. “Não sou a mesma pessoa de anos atrás, pois algumas pessoas me vêem com um exemplo. Se eu errar uma única vez, vão falar. Então tenho que sempre andar na linha, curtir com os amigos, mas com moderação, nada de sair para as baladas e beber, por exemplo, que vou ser criticado”, conta. Por fim, Rene dá um recado para as pessoas que têm desejos como o dele: “Lute pelo seu sonho, porque não é impossível, basta você acreditar”.

11 de novembro de 2010

Coelhos Suicidas [4]

Tomara que ninguém acione o Ibama contra mim.

cs10

Já no clima de Natal.

cs11

Tudo que vai, volta.

cs12

Rio 2016, coelhos morrendo na tocha.